sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

rasgue me


Eu descobri o quão entediante você é, que esse seu disfarce, esse seu conjunto de capas e mascaras, você é só um disfarce. É um medo tão grande de algo tão simples. Seu jeito rude e impenetrável de agir expulsa as pessoas de perto de você, não sou humana e o que surgiu em mim não foi repulsa e sim desejo, do estranho, do diferente. Entrou em colapso, o pânico te atacou o medo de que eu pudesse rasgar esse pano sujo que te protegia aumentou, eu pude entrei em seus esconderijos mais secretos e em casa lugar que passava deixa um rastro, dilacerei seu corpo inteiro, tudo era chato, entediante,  sem vida. Te deixei nu e desprotegido, agora você era capaz de viver.
As vezes precisa se de pessoas que rasguem toda essa pele seca e morta que nos protegem, para assim sermos capazes de viver.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

um ponto de interrogação

Ele sempre foi uma grande interrogação para mim. Me parecia ser o tipo de pessoa que nunca demonstra como se sente, que tenta esconder o que se passa em sua cabeça e em seu coração. Nos falávamos sempre, mas não nos víamos com muita freqüência, ainda sim eu criei um carinho e amizade absurdos por ele. Já ele me passava, por muitas vezes, a impressão de que tanto fazia a minha existência ou não, de que ele era indiferente a mim. Outras vezes se mostrava carinhoso e atencioso. Mas alguma coisa me fazia acreditar que de alguma forma eu também lhe era importante.
(Autor Desconhecido)

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranóia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes frio, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso.
(Caio F.)

domingo, 28 de novembro de 2010

não deixe que o mundo apague o seu sorriso.


Há quanto tempo você deixou de ser o mesmo, você mudou e eu nem me dei conta de que estávamos nos afastando pouco a pouco, foram palavras, gestos que pouco a pouco foram dando sinais de mudança que eu sempre ignorava, e agora abro os olhos cheios de lagrimas por já não te conhecer como antes, as brincadeiras bobices estão desaparecendo, os seus olhos que antes brilhavam pela vida, estão se apagando e me dói saber que você esta crescendo e tendo que enfrentar a vida e deixando para trás todo amor e felicidade que antes existia em você.

sábado, 27 de novembro de 2010

dedicado ao melhor 2ª A

É difícil dizer como as coisas tendem a mudança, é difícil saber que a saudade só ira aumentar a cada dia que passar, é difícil ter que se acostumar, que as historias escritas lado a lado ficaram somente em nossas memórias e fotografias, porque o que passou já foi não volta mais.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Veronica H

E eu quero mesmo é o complicado. Aquele que não olha em volta porque tomou o maior pé na bunda da história e não quer mais saber de mulher. Aquele que minha família odiaria e que em pouco tempo eu enjoaria porque não tenho assunto pra falar, mas que na verdade não faço questão que abra a boca pra isso. Eu quero o esquisito. Aquele que não me faz preocupar com concorrência porque eu sou a única que viu e gostou. Que se fecha tanto no seu mundinho que nem percebe minha existência.

E de repente, o complicado se torna fácil. Olhou pra mim, esqueceu a ex, aprendeu a gostar do que eu gosto. Virou só mais um final. Já deu tempo de me apegar, de ficar com medo de terminar. Mas não tem jeito: nessa história toda, a única complicada sou eu.

http://h-veronica.blogspot.com/2009/09/olha-menino.html

terça-feira, 2 de novembro de 2010

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Não nosso conto não começa com era uma vez, ele não veio com um cavalo branco, fadas madrinhas não apareceram, eu não tive um abobora encantada e o toque do relógio não pôs fim a nossa historia. Contos de fadas são clichê, historias reais me fascinam. Sorrir, sofrer, chorar, odiar e amar.

domingo, 31 de outubro de 2010

remember me


Qualquer coisa que você faça será insignificante, mas é muito importante que você o faça. Você pode não saber qual é o significado da sua vida, e não precisa. Precisa apenas saber que ela significa alguma coisa. Toda vida tem um significado, mesmo que dure 100 anos ou 100 segundos. Toda vida tem. E cada morte, muda o mundo do seu próprio jeito. Ghandi sabia disso. Ele sabia que sua vida significava alguma coisa para alguém, em algum lugar, de alguma forma. E ele sabia com muita certeza que ele jamais saberia o significado dela. Ele entendeu que viver a vida, deve ser mais uma grande preocupação, do que um entendimento. E eu também. Você pode não saber, então não leve isto por certo, não leve isso muito a sério. Não adie o que você quer, não deixe que nada o impeça. Apenas tenha certeza, de que as pessoas com que você se preocupa saibam. E tenham certeza do que você realmente sente, porque só assim tudo pode acabar.

determinação.


Como pode você um menino qualquer comum, ser tão diferente dos outros, agir de uma forma que ao mesmo tempo é sincera em cada detalhe e te chama para conhecer mais sobre o seu interior e por outro lado é como se escondesse algo e pedisse pra eu me afastar com uma placa de “perigo não ultrapasse”. Nunca conheci ninguém assim, é como se eu assistisse um filme americano tendo o protagonista alguém forte, decidido com seus próprios ideais e idéias uma visão de mundo completamente diferente. Determinado, talvez essa seja a palavra em sua mente, determinação. E quer saber de uma coisa, essa será a minha palavra também. Determinada em você.

domingo, 10 de outubro de 2010

Não me deixe mais paquerar qualquer cara bobo, mal vestido, sem assunto e sem magia só porque preciso de algum bosta me ligando pra me sentir mais mulher. Isso é coisa de gente imoral, de gente com mais medo da solidão do que o auge do meu medo da solidão. Não me deixe mais confundir amor com ego e ficar aprisionada tantos bons anos num rapaz tão comum. Comum ao ponto de eu querer ser tão comum quanto ele só porque, para mim, isso é ser diferente.
- Tati Bernardi